(...)
Sacolas cheias, bolsos vazios e uma longa caminhada no retorno para casa. O sol já ardia e contribuia para o aparecimento de novas rugas na pele daquela senhora, mas o brilho do sol refletia um brilho no olhar... um sorriso oculto na alma.
E chega em casa, e os legumes passam a ser amigos da água e do corte preciso da faca afiada. Se aquecem junto ao óleo, a panela velha e amassada. Os segundos passam e tudo se derrete. É o ponto.
Mas na verdade nada disso importa porque para a felicidade instantânea ficar completa foi exigida a prepação da famosa maionese. E todos querem saborear aquele gostinho único, mas quem vai mexer ou dar aquele toque final? Está pra nascer tal cidadão.
É grande senhora... você faz por que quer, por que gosta, por que se ve obrigada, por que é apenas um costume?
Ou você nunca pensou no por que?
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